segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Mudanças

Mudanças são necessárias ao longo de nossas vidas. Há aquelas forçadas por circunstâncias as quais não gostaríamos de vivenciar, já outras são recebidas com alegria e feitas imediatamente. Na maioria das vezes, elas nos dão um certo medo, medo do inesperado, do resultado que não conhecemos ainda, do que podemos eventualmente estar deixando de lado.
Ando nessa fase de mudar algumas coisas, alguns planos para o futuro, alguns retornos ao passado. E ando lutando bastante para manter algumas coisas que não quero e acredito que não deva mesmo mudar.
Além de mudanças físicas, como ter que pensar no espaço que nossa filha, espero que não demore muito, virá ocupar, também mudanças em minhas posturas e enfrentamentos. Ultimamente, tenho sido forçada a mudar algumas de minhas atitudes frente à gente chata. Quando falo chata, estou falando daquele tipo de pessoa infeliz que ou tem inveja ou não acredita na felicidade alheia. Pessoa que vê em cada problema o fim do mundo, em cada aspecto negativo da vida a total perda de sentido para todo o resto. Pessoa desanimada, que vê tudo com lentes cinzas e tenta, a todo custo, levar todos a sua volta a pensar da mesma maneira.
Essas pessoas estão por toda parte e talvez, muitas vezes, nós mesmos sejamos assim, mas consegui, com o apoio e amor de minha família e de meu marido e com a força graciosa de Deus, vencer a depressão e não posso mais permitir que em minha vida exista pessoa capaz de me empurrar para baixo.
Estou mudando minhas atitudes com relação a isso. Antes, eu esperaria mudar os outros, agora eu mudo a mim mesma. Faço o que meu limite permite, de resto deleto e sigo meu caminho, cuidando do que me é tão caro e precioso: paz de espírito e tempo para os que amo.
E esse pode parecer um pensamento muito egoísta para algumas pessoas, mas não deixo de ajudar, só não posso, de jeito nenhum, permitir que os problemas alheios sejam meus problemas. O que posso fazer para minimizar a dor dos outros, eu faço, mas não posso ficar pior do que eles.
A felicidade realmente não custa caro, mas não é por isso que eu vou jogar a minha fora.

Um comentário:

Caren diLima disse...

Hum... Interessante!! Parece até que se inspirou no meu texto pra lá de pessoal hehheehhe.

Mas é isso aí, a gente tem que ver "o copo meio cheio" mesmo, e ao invés de "vivenciar o problema alheio", apenas apontar o caminho para a felicidade,e ensinar-lhes a ver "o copo meio cheio também"!! Tem gente que faz mesmo da dor a sua inimiga e se lamenta o tempo todo. Isso me lembra as palavras do teu pastor (nunca vou esquecer) "se não existisse dor, seríamos pegos de surpresa. Imagina encostar o braço em uma chama de fogo... Nossa primeira reação, em uma fração de segundos é dizer UI!! e tirar o braço dali, mas porque a dor nos avisa... Senão, com certeza nosso baço viraria churrasquinho". (Não foi nesses termos, mas gosto de interpretar assim pra Carolyn entender que: A dor é nossa amiga!)

Eu amo saber o quanto os meus são "realizados e estão felizes", respeitando o conceito de "felicidade de cada um"!!

E sobre mudança, minha querida... (por favor, não deleta!)

"Nenhuma mensagem poderia ter sido mais clara... Se você quer fazer do mundo um lugar melhor, então olhe para sí mesma e FAÇA UMA MUDANÇA!!"

Estas são palavras da música "Man in the Mirror" (Homem no Espelho), uma das melhores canções de MJ.

Grande beijo e fique com Deus!! Te adoro!!!